então tomem lá também. O gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, endereçou às Publicações D. Quixote uma carta dirigida a um morto... o morto enviou-lhes um livro... e eu que não recebo nada... nem carta e, pior, nenhum livro! A história contada na primeira pessoa no blogue Textos de Contracapa, neste post.
eram 5 da manhã quando chegaram os primeiros da fila para comprar o bilhete de acesso ao jogo inaugural do estádio do SCP. Estão contentes! Vieram de longe... etc. e tal... Se estivessem na fila dum Centro de Saúde seriam só berros e insultos e "estou muito doentinho"!
Esta gente, maioria igual a outras maiorias, cheira mal... mas gostam de cheirar assim... cheiram-se uns aos outros.. mas são menos cuidados que os cães.
Antes que o mal cresça, corta-se-lhe a cabeça.
far from a place unknown. I'll write a letter from the dark worlds. you'll receive a black letter from me... black days I see... black feathers floating around your body...
entre um pestanejar
brilha uma lágrima
de partida para oriente
cão se fores passear para Cascais e, por infortúnio, ele te fugir! Toda a gente aconselha os donos de cães a colocarem chips nos bichos, para contacto e certeza de que um cão sozinho e perdido pode voltar a sua casa... Mas se o cão for parar ao canil da edilidade de Cascais, pode ser adoptado por outros ou abatido... isto porque o canil não tem identificador (o leitor do chip). E o canil não tem identificador porque... não tem dinheiro! Só mesmo em Cascais.
Cheguei a Sines na quinta-feira, ainda indeciso entre o primeiro dia do Festival Músicas do Mundo e o concerto Músicas de Sol e Lua, a ter lugar em Santiago do Cacém.
O agrupamento de músicos portugueses agenciado pela Praça da Flores ganhou na decisão. O concerto funciona e não funciona consoante o nosso gosto e desgosto ;) Janita Salomé apresentou-se em excelente forma e Sérgio Godinho fica estranho no conjunto!
Dos dois dias de Festival que restaram ouvi:
dia 25: Mahwash et l'Ensemble Kaboul (Afeganistão), deliciosos e entusiasmantes; Mahotella Queens (África do Sul), explosão de energia, movimento e excelência; Totonho e os Cabra (Brasil), não me agradou muito, mas tem muito para mergulhar o público num espectáculo cheio de movimento e alegria.
dia 26: Kronos Quartet (EUA), as cordas maravilhosas a embalar um castelo ainda a encher, gostei, mas gostaria de os rever numa Aula Magna; Kad Achouri (França/UK), concerto execrável; The Skatalites, grandioso concerto de de música e boa disposição, acompanhado pelo fogo de artifício do Festival que não encerrou as hostilidades... não assisti ao fim do concerto do Skatalites... mas deve ter sido às tantas.. a energia da banda era imensa.
O Festival começou a cobrar entradas (.2 por dia), penso que este valor poderá aumentar, pois o festival está bem organizado e apresenta excelente qualidade de escolhas musicais. O último dia do Festival teve lotação esgotada, o que fez com que o ambiente não fosse só para gozar o espaço e o som, mas, também, para nos precuparmos com o empurrão e com a cerveja do vizinho não ser entornada em cima de nós.
Um amigo só me dizia: freaks atrás de freaks... Sines é dos freaks. Esta frase não era pejorativa... era a realidade.
Dias de descanso e sopas. A folia foi boa, hei-de falar dela depois, mas... MAS... a hospitalidade foi imensa e maravilhosa! Obrigado a quem recebe assim... obrigado, pela vida calma oferecida!
Ao aproximar-me de Lisboa, reparei nos ajuntamentos frenéticos de carros... os parvos reúnem-se todos e eu com eles e eu sou um deles... Esta cidade é um amor que não quero perder... mas de longe, mais vezes, não lhe faria mal!
e acontecer alguma coisa digam-me logo ao ouvido! non sense talking non sense.
se alguém me quiser dar um tiro vou estar no Festival Músicas do Mundo por estes dias!... 
ignoro o futebol na medida do possível... uma vez que ele vem ter comigo demasiadas vezes. ele serve para as massas físicas do povo estarem entretidas e tenham escapes de energia e entrem num estado de ignorância útil ao poder.
posto isto... numa de bonito: o teu umbigo é mais bonito que o meu, tomem lá a frase do novo guarda redes do SCP, Ricardo: "desde sábado que me sinto o homem mais feliz da minha vida" (sic).
tão lindo.... tão genial!
Jamila esteve hoje na lota de... algures nesse país africano chamado Algarve. A lota é de marisco.. e foi bonito vê-la saltar de olhos esbugalhados a tentar ver as caixas e, se calhar, a pensar: a ver se levo alguma coisa!
os tempos são sempre de cólera. não existe neste momento paz. não existe no momento anterior paz! nunca existe concórdia. os tempos são a impossbilidade da harmonia. os homens são os culpados e os pais deles ainda mais... não falo de Deus, que ainda mato o papa.
tantas vezes considerei a verdade como a fronteira final que, hoje, olhando para trás, não há verdade alguma no que penso, no que digo nem no que faço. sinto-me triste. triste comigo e com o espelho e com o mundo ignóbil que sou e represento ao dar palmadinhas nas costas a quem vem ter comigo para me dar palmadinhas nas costas e sorrir, pelo fácil realismo em que torno os seus desejos. desejo, enfim, o melhor das verdades... o melhor da falsidade absurda a que esta gente, que me rodeia e me presenteia com armadilhas, está votada se depender de mim.
dicionário!! alguém tem um dicionário velho que queira oferecer ou vender barato? estou sem dicionário hão meses... e dentro dos padrões mínimos do que preciso, novos são trinta euros para cima... também ando de olho nos alfarrabistas... mas... quem sabe... Obrigado.
a minha alegria: respiram por mim, num esforço que reconheço ignorando. reparo agora no tempo imenso que ganho. ganho o tempo suficiente para me inteirar da verdade e fazer dela minha e criar a nova verdade. e afirmar, ignorando, que quem respira por mim só perde e só desiste e não vê o sonho como o sonho me vê a mim: numa invenção pura.
a mim não me interessa o que pensas quando pensas. para mim o mundo é tão lindo quanto a lindeza que encerro em mim. não morro de amores por mim nem por ti nem por ninguém. o vasto lugar onde moro é tão ignóbil quanto o seu verdadeiro dono. e todos os verdadeiros donos dos lugares vastos vizinhos deste, são-lhe parecidos e isso não me admira. para mim o mundo é uma imagem disforme que me magoa os olhos e me fere o cérebro. já pouco dado a sensibilidades destas, o meu espírito apronta-se para um partir permanente... e esse aprontar arruma-se um pouco quando olho a vida e quem depende de mim... ou quem dependerá de mim... de quem tem medo de mim... ou, tão simplesmente, quando miro os olhos tristes do meu corpo ao espelho, afogando-se.
Estou em recuperação. Ainda não liguei o rádio e, por isso, sinto como que uma distância alegre dos momentos de todos. Das coisas que aconteceram, entre terça e ontem... :
já é de manhã... e ainda estou no emprego... as directas na solidão são uma seca, mas olhar para trás e ver o bom resultado é mais um trunfo.
american prayer (scream of the butterfly) foi o título que Patti Smith deu ao seu artigo de crítica a An American Prayer, de Jim Morrison, publicado na revista Creem. O disco foi lançado em 1978, em vinil. Na minha estupidez, tive na mão uma first edition, em 1994, e não comprei.
Este disco contém gravações de leituras de poemas de James Douglas Morrison, às quais foram adicionadas elementos musicais criados postumamente pelos restantes The Doors. As gravações originais, sem música, foram editadas em vinil (200 exemplares) e oferecidas aos amigos num Natal.
Um extracto do texto de crítica de Patti Smith segue agora (ver o artigo todo aqui):
«An American Prayer documents a fragment of the passion of Jim Morrison. It is not art as he would have it, but nothing posthumous is perfect. It is not the whole picture but the best part of the trip is intact. And like finding a roll of Diego Rivera.s under an industrial sink, it is treasure unearthed. We feel a sense of guilt but we are grateful for the glimpse. Notes toward a symphony of ritual. Last movements to reach out, to penetrate. New information. Interesting, inspiring new ammunition and that is truly something.»
Talvez eu tenha desconstruído demasiado este blogue. Sei que serão poucos a investigar os arquivos de 2001 ou 2002, esses que o fazem poderão perceber onde reside a génese triste e impaciente pela partilha da palavra escrita... a minha palavra escrita, martirizada vezes sem conta à custa de coisas e loisas. Quem escolher, lá em cima, o link para o swallow.web.pt, pode ainda descobrir um velho-morto blogue: Síndrome, que existiu num período curto e roda em volta duma cabeça doente e transmitente da doença.
A história, tema que pouco me agrada, espanta-me por irónica e, tantas vezes, oráculo. A história da recriação duma pessoa nestes blogues parece-me, hoje, importante para dar significado ao Rain Song... poderá ser discútivel... mas a recriação da pessoa escritor num mundo virtual e fora do papel é muito importante para mim.
Quem se cruza comigo não saberá quem sou pelo que aqui lê ou vê. Quem me conhece, no presente, não sabe nem ficará a saber que tenho um blogue... e, tendencialmente, não saberá que gosto de escrever balelas sem âmago (como esta).
Sinto-me perdido num vasto desprazer da escrita e da hedionda pulsação de arrogância do meio... sinto-me impelido ao suicídio.
O Bicho Escala Estantes voltou... apenas com Vincent... Voltamos a poder ler as mais belas histórias sobre livros, leitores e peripécias numa livraria.
Eles não precisam que falemos deles. Eles precisam que estejamos com eles e falemos com eles. Eles podem necessitar que falemos deles, mas isso acontece quando os anunciamos a quem não sabe que eles existem enquanto matéria... e, a partir desse momento, eles querem-nos com eles... perto! Ou longe, em silêncio.
da morte anunciada fala um blogue que encontrei ao visitar o Aviz: o blogue BZR faz-me sorrir com a série «Objectos por perder»...
Foi o que disseram no café! Pensei, "será realmente um expresso? Um expresso passível de consumo e deleite?" Era!
Mas, na mesa do lado, descansava a primeira página do Expresso, o jornal semanal. Espreitei... e ao espreitar lembrei-me que não espreitava o Expresso há muito tempo. Espreitei e foi imediato o meu arrependimento: a «ainda mulher do presidente do FC Porto, abre a alma» na primeira página do Expresso! Parabéns!
Pedi emprestado o caderno do Expresso e folheei-o e agora pergunto aos entendidos: o José António Saraiva quer escrever sobre o dinheiro que Portugal não sabe usar ou perde ou gasta para comprar inutilidades.. enfim, quer escrever sobre o desenvolvimento do país e o nível de competição que não atingimos com os subsídios comunitários... mas porque raio utiliza um tal de Zé Maria do Big Brother como exemplo?? Expliquem-me, sff.
FREEDOM é um livro de fotografia da editora PHAIDON, que relata por imagens e algum texto, a luta dos afro-americanos pelo direito à igualdade.
Extracto da apresentação do livro:
«The struggle for equal rights involves small acts of personal bravery and sweeping proclamations of legal and moral import it is the stuff of economics, war, tradition, despair, politics, hope, activism, vigilance and violence. It engages black and white, heroes and the unheralded, public acts of protest and private moments of introspection.»
"OS PROPRIETÁRIOS" é uma criação teatrofotográfica, em exposição no bar restaurante Agito - Rua da Rosa, 261, no Bairro Alto, das 18h às 24h.
A exposição abriu a 3 de Julho e vai estar patente até 3 de Agosto, para olhos de gente admirarem os que possuem pose, dentes, caterpillar ou tão só demonstram possuir o que têm. Aconselho vivamente a série fotográfica com o proprietário da casa de banho pública!
Lê-se no postal da exposição: «Proprietários são pessoas que têm. Proprietários são pessoas muito próprias que se apropriam. Um proprietário possui.»
escrevo a tua história na calçada
rio, em soluços
olhando a chuva apagá-la
no mundo de Bruno Espadana... a fotografia encanta e espanta!
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a esquerda há-de ganhar com isso, numa competição que alguém inventou para a blogosfera. ainda bem que tem um blogue. benvindo!
Hoje, fui ter com duas pessoas ao hospital, enquanto acompanhavam uma terceira. Os hábitos mudam e a excepção para uns torna-se a regra de outros.
afirma à Antena 1 que "os ambientalistas só têm o limite da imaginação, o governo tem o limite dos fundos de coesão". Por causa do não dos ambientalistas ao novo projecto de inceneração.
Depois da leitura de contos durante os dias da Feira do Livro de Lisboa, os AU presenteiam-nos com novas aventuras no universo do teatro contemporâneo.
Livrinhos de Teatro é uma colecção com selo dos Artistas Unidos! Os dois primeiros volumes têm lançamento durante o Festival de Almada e oferecem textos de Spiro Scimone e Antonio Onetti.
O primeiro volume reúne três peças de Scimone: Nunzio/ Café/ A Festa. As duas primeiras já representadas pelos AU e a terceira a estrear no Citemor, a 25 de Julho, estando assegurada a sua representação em Lisboa, no Teatro Taborda, pelo ínfimo espaço temporal que são os dias entre 4 de Setembro e 12 de Outubro.
O segundo volume, que tem o apoio do Instituto Cervantes, revela-nos Antonio Onetti, escritor andaluz, e é uma antologia das suas peças, incluindo A Rua do Inferno, que vai estar em representação durante o Festival de Almada, sob o nome original La Calle Del Infierno pela companhia ¡Valiente Plan!, a 11 e 12 de Julho, no Teatro Municipal Maria Matos.
No prelo está já o terceiro volume desta colecção, previsto para Outubro, com a peça San Diego de David Greig. A edição é de pequeno formato com valor único de €7 cada.
Esta é daquelas frases que eu imagino atiradas aos jornalistas por jet set wanna be... mas não é sobre isso que vou escrever.
As citações e o uso delas, correcto ou nem por isso, são das coisas que eu sempre achei mais estranhas e, ao mesmo tempo, interessantes no panorama da liguagem oral e escrita portuguesa. Professores, tive, que não dispensavam uma citação do autor sobre o qual versava o teste, para ter a certeza que nós, alunos, sabíamos muito sobre a coisa.
Há pouco tempo, que nesta sociedade das pressas e dos ciclos pequenos, já é muito tempo, conheci uma pessoa que gosta tanto de citações que me ensinou a olhá-las por uma outra perspectiva. O Paulo, ensinou-me que os livros de citações podem trazer às pessoas ideias e sentimentos relacionados e contextualizados na sua realidade. O Paulo é um devorador de literatura! Ele próprio, como muitos leitores, retira citações dos livros que lê... mas, em vez de as deixar perdidas num caderno, partilha!
O projecto Citador, http://www.citador.pt, apresenta-se:
"Este site é um banco de informação sobre temas relacionados com a leitura e o pensamento, cujo objectivo é despertar ou aumentar o interesse por estas áreas, nesta sociedade em que os media nos levam a seguir hábitos de vida mais imediatistas."
Ora pois! Para além da base de dados de citações, em permanente crescimento e acessivel na totalidade a quem se registe (o registo é gratuito), o projecto permite ao utilizador fazer a inserção online da listagem completa da sua biblioteca! E, desde o passado dia 4 de Julho, as citações de cada utilizador podem ser adicionadas ao site, como complemento à base de dados oficial.
Este projecto é importantíssimo para o panorama cultural do livro e da leitura em português, em permanente crescimento e actualização, é um site de fácil utilização e cheio de bombons.
Em relação ao post Jornal Regional, recebi no mail quatro fotos, de grande formato, com a entrada dos golfinhos na marina. Não sei a sua autoria, mas conforme partilharam comigo, com todo o gosto partilharei com quem quiser. Deixem comentário aqui na caixinha ou enviem mail.
Olá a José Magalhães, o deputado do PS e colega de debates de José Pacheco Pereira na TSF, já tem um blogue!
sobre o Jazz II Carlos Barretto, José Salgueiro e Mário Delgado brindaram Alcobaça com um excelente concerto. O Parlatório Café esteve recheado de um público heterogéneo, ruidoso... mas satisfeito por ter ali o trio.
Num palco mais pequeno que muitas das casas de banho de alguns presentes, os músicos prestaram-se a uma exibição que teve direito a duas estreias: uma composição de Barretto e outra de Delgado, ambas sem título.
O primeiro tema é curto, calmo e fez-me pensar numa canção de embalar; gostei muito. O tema do guitarrista foi introduzido da seguinte forma: composto há três dias, ensaiado há dois e parcialmente tocado, mas mal, há um. A compenetração foi incrível... e a cumplicidade entre os três foi espectacular. Delgado, olha para uma pauta de três folhas e começa gravando uma pequena frase de ritmo que depois lança em loop, para que os restantes músicos entrem na conversa. Nesta conversa, houve um diálogo entre Delgado e José Salgueiro simplesmente brilhante! Esta composição tem duas partes, perfeitamente inteligíveis.
Valeu a pena a deslocação até Alcobaça!
Bilhete: €5 - Radio Song: €10 - Solo Pictórico: €10.
Hoje, à noite, vou estar em Alcobaça, para assistir a um concerto de outro festival de jazz, o Alcobaça Jazz 2003. Vou ouver o Carlos Barretto Trio no Parlatorio Café!
Quero imigrar para poder fazer coisas que gosto com mais pessoas. Parece-me a mim, que a cidade escolhe os escolhidos.. eu, preferiria trabalhar escondido.. com gente que não tem (quase) nada daquilo que ofereço.
O amor será realmente muito confuso... ou há quem o faça confuso? Eu convivo com duas cadelas, uma em casa dos meus pais, outra na minha... gosto muito delas. Preocupo-me imenso com elas... mas troco-lhes o nome muitas vezes: elas não se queixam, o meu amor por elas é pressentido e real, o delas por mim... é igual!
A assunção do amor é ter a certeza do sentimento do outro... mas os humanos não sabem sentir tão bem como os outros animais... é preciso explicar tudo.
Hoje, fui à procura de jornais regionais online, é fácil encontrá-los... difícil é encontrar um trabalho de pormenor... difícil é ter dinheiro.
A primeira notícia que me fez parar e vir escrever este post, vi-a no DiáriOnline Algarve: a Marina de Vilamoura viu entrar, no seu perímetro, um grupo de oito golfinhos, premiando o esforço pró-ambiental da marina ao longo do tempo. A notícia completa está aqui.
Esta e outras notícias num periódico regional perto de si! Um listagem completa de periódicos portugueses na internet pode ser encontrada aqui.
Teatro de Fogo em Lisboa, no Estádio do INATEL no Parque de Jogos 1º de Maio.
Teatro, em Almada... quem possa ir, que vá!

Thierry Bouët é francês e fotógrafo, portanto ele fotografa!
A aventura de Thierry Bouët reunida, agora, no álbum Chasses à L'Homme, revela-nos 57 fotografias de 57 mulheres, de todas as idades, que procuram o seu homem ideal através de pequenos anúncios de jornal. Ele não fez mais que responder a esses anúncios com a sugestão de que essas mulheres se desvendassem num mundo a preto e branco.
A imagem da senhora, que pode desaparecer a qualquer altura, pois tem origem no jornal Le Monde, leva-vos a uma mini-viagem por Chasses à L'Homme com o comentário áudio do fotografo: obrigatório ver! (Basta clicar em cima da foto, até que o Le Monde retire os ficheiros.)
Chasses à L'Homme, Editions Alternatives, 132 páginas, 29 euros
Caso se interessem, suponho ser mais simples a encomenda pela FNAC, pois trata-se de um livro de edição francesa.
Livrarias online francesas:
www.alapage.fr
www.fnac.fr
www.amazon.fr
Thierry Bouët terá feito publicidade? Encontrei este site onde se descobre que este fotografo é o autor de todas as fotografias a p&b que aparecem! É um site onde se faz menção a lojas da Ville de Suresnes. Assim se descobre o endereço electrónico de Thierry Bouët, se ainda for válido, e 29 fotografias em formato reduzido, mas suficiente, para termos ideia do seu trabalho... não exactamente do Chasse à l'Homme, claro!
OS E.U.A. vão retirar o apoio militar (material e técnico) a 35 países - verbas restantes para 2003 e totais para 2004 -, porque estes países subscreveram o documento de aceitação do TPI - Tribunal Internacional Penal, mas não aceitaram a excepção de que os cidadãos norte-americanos não serão nunca julgados por esse tribunal.
E eu a pensar que o que eles queriam era evitar a proliferação de armas...
Canas de Senhorim: "Agora o futuro de Canas e dos nossos filhos está assegurado"; "agora já posso morrer descansado"; os dias mais felizes foram "os de nascimento dos meus filhos e este".
Fátima: "foi uma experiência nova que nunca me aconteceu"; "vamos controlar alguns apetites"; "vamos dar as mãos ao santuário".
E depois, hão pessoas que vêm ter comigo a falar-me de nação e pátria e... desculpem, lá... mas a mim não me convencem!
Nos últimos dias, tenho cruzado a virtualidade da blogosfera e vou-me deparando com blogues mortos, no sentido suicida do(s) autor(es). Os textos desaparecessem: eu chamaria a tal a cremação! Depois, casos como a Coluna Infame vão-se decompondo, e consoante o nível de embriaguez permanente antes do falecimento, varia a longevidade da sua existência. Eu prefiro a embriaguez - apesar de não gostar assim tanto da Coluna.
Vejo com um sorriso trocista, a consciência de alguns sobre a importância dos blogues: matam a inépcia dos seus blogues porque o que oferecem não é de todo útil a ninguém... irão partir para projectos colectivos com pés e cabeça. Felizmente, os blogues continuam a ser uma maravilha de umbiguismos e individualismos... Mas como a "nata" da blogosfera portuguesa considera tal como algo a evitar, temos que nos comportar como quem dita as regras... umas tais regras... difundidas por um meio de papel...
Esses neo-bloggers são uns interesseiros! E há sempre quem não goste da nata!
Muitas vezes me pedem para olhar para trás. Para trás no tempo e reflectir. Penso "que hei-de eu reflectir?", sendo a única alternativa não repetir os mesmo erros e valorizar as boas decisões. Olho para trás e vejo um puto. Olho para ontem e vejo um puto. Depois, dizem-me que já não sou puto e que o meu comportamento é inadmissível. Olho-me ao espelho... e não vejo nada do que vejo sem me olhar, não estou no espelho.
Olho para trás menos vezes das que me pedem, mas olho, ainda assim, demasiado. Olhando em frente sempre me posso certificar de que não tropeço no mais simples declive.
Eu sou contra subida a concelho de Canas de Senhorim e outros concorrentes (Samora Correia, Fátima, Esmoriz, Trofa). À partida nenhum cumpre o articulado da lei actual. Depois, eu sou a favor da independência destas populações. Eu sou a favor da nação de Canas de Senhorim e das outras, como Fátima, que seria o segundo Vaticano! Hoje, ao ouvir o líder do movimento de libertação canense, ele falou no seu povo e ouvi os seus apoiantes cantarem um hino... Eu sou a favor da INDEPENDÊNCIA. Assim, ficavam a dever ao país.. e não criavam mais despesas! E TUDO JÁ DEVERIA TER COMEÇADO COM A INDEPENDÊNCIA DA REPÚBLICA DAS BANANAS DA MADEIRA!
Uma palavrinha aos taxistas manifestantes e aos outros, mas sem aprofundar particulares e, por isso, generalizando a palavra para a maioria dos senhores e das senhoras: bardamerda!!! Quando são os outros a manifestarem-se a pé nas ruas das cidades, fazem, os senhores taxistas, por atropelá-los, depois querem a nossa solidariedade para não pagarem impostos, quando são os outros (nós) manifestantes quem paga por eles e por outros que fogem ao fisco... repito: bardamerda!!!