17 de junho, 2005

as flores

deixo para trás a vontade de me iludir. a capacidade de ilusão finou-se. e da realidade vê-se não um reflexo, mas a sombra ténue do que se almejou.

hoje, constatei que a vela atingiu o fim do pavio. a minha voz nunca o foi. o meu calor não passa de um pequeno cubo de gelo.

amigos, nem tenho viola para meter no saco. nunca toquei qualquer harmonia.

Escrito por jm às 23h44...




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