se não houver lugar no fim da estrada, deixar-me-ão passar mais tempo a olhar o vazio do que foi a estrada até lá?
tu nunca arriscaste um único momento da tua insegurança. tu nunca soubeste o que foi a morte tocar-te nas unhas dos pés e fugir.
se não puder chegar lá, não me arrastem por nenhum motivo. mais hão-de vir para me usar como chão.
Escrito por jm às 22h43...Bonito pedaço de leitura.
Escrito aqui por Bonifácio em 25 de maio, 2005 às 14h24