a morte, a minha, aquela que não adivinho, a ser por meu gosto, seria num canto escuro. não tem que ser um canto em esquadria. não precisa ser na cidade. mas pode ser à sombra. onde eu encoste calmo para sempre. a morte, essa que virá no momento certo para ela, que me abrace gentil como aqueles que me não magoam.
talvez, sob um silvado. para que me não encontrem pessoas e a natureza possa reconstruir-me com os seus enleios fortes.
Escrito por jm às 11h02...essa é por certo uma morte desejável, uma morte do corpo desejável
Escrito aqui por a.g. em 7 de maio, 2005 às 01h21lindo, porra, lindo...
Escrito aqui por blimunda em 7 de maio, 2005 às 08h28que seja assim.
Escrito aqui por glooken em 9 de maio, 2005 às 22h21curioso pensei sobre o primeiro paragrafo e cheguei à conclusão q keria a morte descrita no segundo,"para que me não encontrem pessoas..."
Escrito aqui por Ricardo da Maia em 10 de maio, 2005 às 00h38tão bonito e terno, jm.
Escrito aqui por N. em 10 de maio, 2005 às 12h10:)
Escrito aqui por jm em 11 de maio, 2005 às 14h09