do breve para o curto em cinco minutos de um desenrolar de um novelo de dez metros. lá escrevia-se a tua vida. uma interrupção enquanto se escrevia a tua vida. e morreste. assassinato? suícidio, não. nunca abandonaste o analfabetismo inato.
se entre um e outro o teu tempo nunca foi comum nem ao um nem ao outro, também nunca expressaste que tinhas o teu próprio lugar. arrumaste-o numa caixa de sapatos, a mesma que continha os cromos da série banner e flappi.
trocamos nomes e falamos cinco minutos. uma vida inteira dispersa.
Escrito por jm às 20h30...É sempre bom quando o que dizemos transparece perfeitamente escrito.
Escrito aqui por Neo-normal em 21 de janeiro, 2005 às 21h58quando a fome aperta o melhor é sentir sede
quando cais e te feres nos joelhos e já não rezas
quando os anéis apertam os dedos corta o braço
quando os teus beijos eram de olhos fechados sei já não te lembras
quando os aviões caem e tu só viajas de comboio
quando tens o corpo coberto de azeite e não lutas
Mais versos em www.poesiatoda.blogspot.com
Escrito aqui por alexandre dale em 25 de janeiro, 2005 às 14h26