uni-vos, irmãos, crentes em uma só fé e em um só deus. acreditamos, sem o nomear, no que vemos e pressentimos. nas chuvas de outubro, águas que enchiam albufeiras para sedes de verões perdidos, ficamos na esperança de as ver em dezembro, sob a luz fria do céu nublado, escuro, intenso.
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do teu cabelo recordo o cheiro. da tua pele a tez morena. da tua barriga a serenidade bela. na tua pube a prova.
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uni-vos, irmãos, escanções dos mais preciosos néctares, para mostrar ao mundo que apenas um é o deus em que cremos.
Escrito por jm às 22h50...e que se nos impõe qual fragancia louca...
nice blog foste pós links!
abraço.
Escrito aqui por jorge em 6 de dezembro, 2004 às 02h28