estavamos, quem estava, em 1994. senti um peso no estômago: era o queijo que tinha acabado de engolir com banana e marmelada. em 1994, o tempo era muito igual ao de agora, apesar de chover mais no inverno. penso que quem pensa em campo como o não fazer nada e só descansar, não tem qualquer ideia do trabalho feito por quem cria alfaces ou couves ou maçãs ou alperces. aliás, o que se vê mais é casas de férias no campo em que se não é só cimento e chão empedrado têm uma relva promissora de despreocupação. em 1994, ganhei a plena noção do que não queria à minha volta. não consegui afastar tudo, mas nessa altura afastei um pouco demais a vida. hoje, vejo em minha volta coisas que quero e na altura não queria... e coisas que não imaginava e não quero. em 1994, tinha esperança num assassínio. mas continuo respirando e vivo. não houve sequer atentado. dez anos depois de 1994 o mundo é tão igual que se agravou na medida do meu desânimo. existe, desde 1994, a certeza de uma razão não expressa em testamento.
Escrito por rainsong às 13h16...ó jay, 1994
sabes?
não voltava atrás para mudar o que fosse, já está.
he
1994
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veizo em ti.
8}
Escrito aqui por margarete em 19 de fevereiro, 2004 às 14h40eu também não alterava... mas a verdade dita isto na história da personagem. há que fazer retrospectivas e análises...
fiquemos conscientes de que mais tarde poderemos ter noções diferentes da vida.
8**
Escrito aqui por rainsong em 19 de fevereiro, 2004 às 21h05não consigo.
não consigo pensar em ti como rainsong.
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nem sei se faça esforço ou seja rebelde.
Escrito aqui por margarete em 20 de fevereiro, 2004 às 11h43be a rebel!
Escrito aqui por rainsong em 20 de fevereiro, 2004 às 11h51andorinha!
8]
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{}- apertadérrimo!
LOOOOOOOL
de repente, assim... imaginei-me rebelde
e... só me dá para rir
LOOOOOOOOOOOOOOOOOL
não explicar porquê
8£