senta! cospe para o chão a memória de ontem. não tens no cuspo mais do que o ideal concreto do teu passado. senta! vá! senta! cospe para o chão de terra as tuas entranhas dissimuladas de desejos e vontades inconcretizáveis. agora vai! mais limpo do que antes, talvez saibas olhar e ver. e mesmo que não saibas, que interessa isso. estás tão cansado de lérias. vai. sobe a encosta e a meio senta-te numa pedra confortável e cospe para o chão o teu futuro.
Escrito por jm às 16h45...vá!
Escrito aqui por margarete em 14 de dezembro, 2003 às 16h55vamos!
Escrito aqui por jm em 14 de dezembro, 2003 às 16h58pois era...
Escrito aqui por margarete em 14 de dezembro, 2003 às 17h15as encostas são muitas e todos subimos uma e desperdiçamos o passado em visões de futuro.
Escrito aqui por jm em 14 de dezembro, 2003 às 18h58muito bem, pá.
ó pá! nã tás ineterssado em subir umas encostazitas até aki pá?
já nã vais é a tpo de ver o por do sol à encosta da serra d'aire...
habituei-me há dos Candeeiros.. mas sim, hei-de ir...
Escrito aqui por jm em 14 de dezembro, 2003 às 21h14he he
já 'tou contente.
lári li lári ló
he he
às vezes penso o inverso: desperdiçamos o presente em visões de passado e medos do futuro. e desperdiçamos o futuro em visões do passado e inseguranças do presente
encostas... sempre me faz lembrar o Sisífo subindo absurdamente a sua encosta vezes sem conta - e ainda diz o mito que é preciso imaginar Sisífo feliz...
Escrito aqui por margem em 15 de dezembro, 2003 às 00h12Dedicatória
" por falta de um inventor
perdeu-se um invento
por falta de um invento
perdeu-se um produto
por falta de um produto
perdeu-se uma empresa
por falta de uma empresa
perdeu-se uma fábrica
por falta de uma fábrica
perderam-se milhares de empregos
por falta de milhares de empregos
um país perdeu seu futuro
tudo por falta de um inventor"
autor anónimo
www.invento.web.pt
Escrito aqui por fernando nogueira gonçalves em 20 de dezembro, 2003 às 15h20