a moca de rio maior, à falta de mangalho, é ainda racionalizada. de cada vez que visitei a zona, e poucas não foram, chamaram-me facho, verbalmente ou em pensamento. e em cada casa lá estava a moca e uma mulher sorridente! eu sou um dos fachos da cidade.
sempre gozei com a moca, lá e fora de lá, mas só gozei com a moca ao pé dos que gostam dela! e fazem-me caretas, os com falta de mangalho.
agora, já não gozo com a moca. gozo com a falta de mangalho e gozo com a mulher sorridente na casa do que o não tem. onde arranjará ela aquele sorriso? irá para cama com o irmão? ou fará do chá com a vizinha momentos mais íntimos?
sem filhos a mulher sorri às crianças que brincam na eira. há lá uns rapazinhos bem bonitos! já nasceram depois da moca! já devem ter mangalho. deixai-os crescer um pouco mais... deixai-os viver um pouco mais, que logo lhes tira o leite.
comparável à moca de rio maior, só a história do leão!
Escrito por jm às 11h35...Sabes onde nasceu Ruy Belo? ;-)
Escrito aqui por hmbf em 10 de dezembro, 2003 às 12h35sei sim ;)
escrevo com algum conhecimento e sátira suficiente.
e felizmente, as excepções confirmam a regra ;)
Escrito aqui por jm em 10 de dezembro, 2003 às 14h21