chegou a noite devagar. faz frio lá fora. quente cá dentro. é bom este habitar.
esqueço o mais. o menos sou eu preguiçoso. um sorriso.
Escrito por jm às 17h24...esquecer e sorrir... um sorriso mais!
Escrito aqui por margem em 7 de dezembro, 2003 às 18h55em luta permanente pelo equilíbrio.
Escrito aqui por jm em 7 de dezembro, 2003 às 22h37…coitadinho…
Coitadito, tenho pena de ti. Ninguém te liga, filho.
Mijas-te pelas calças e ninguém te muda a fralda.
A margem absorve as tuas cagadas, é um trapinho de marca gótica.
Usa cuecas pretas, notam-se menos as borradas mas não te aproximes da malta.
Quanto ao equilíbrio, compra um andarilho com volante de cona para não partires os dentes antes de falares comigo, Maricão.
Odeio-te pelo mal que fazes à minha irmã, perversor da net, desvias miudinhas para a desgraça com a canção da morte do cisne.
Pérfida Hiena, vou-te pôr na ordem do Rei da Selva. Vou-te devorar e nem as unhas te sobrarão se publicas mais um poema teu.
Cabra Negra, satanás da periferia, oscuro personagem que usas o charme da morte para enrabares criancinhas nos teus sahbats de chuva negra.
Confraria dos Pastores
Brigada de Moralização da Juventude Decadente
Monte da Tempestade
Apartado 553, 33 789, Bela Curral
Pessoalmente, agradeço o conselho, embora seja desnecessário.
E se um dia fosse, por exemplo, se resolvesse absorver a borrada da brigada (até rima, que giro!), continuaria desnecessário pela razão inversa: não há trapos pretos que sirvam para tanta borrada da brigada da borrada ( não é que agora rimou a dobrar?!)... ooops! esqueci-me que a brigada não gosta de poesia. sorry, não foi por mal!