
- que fazes ?
- nada. acorrentaram-me a este mar. condenaram-me a esta escravidão: à mercê das marés.
- que queres fazer?
- não importa o querer. só o poder... e eu não posso nada.
- posso pedir que me acorrentem perto de ti.
- farias isso por mim? um companheiro...
- não. faria isso por mim. quero poder olhar o fim de frente.
texto de margem
Escrito por jm às 11h49...- que fazes ?
- nada. acorrentaram-me a este mar. condenaram-me a esta escravidão: à mercê das marés.
- que queres fazer?
- não importa o querer. só o poder... e eu não posso nada.
- posso pedir que me acorrentem perto de ti.
- farias isso por mim? um companheiro...
- não. faria isso por mim. quero poder olhar o fim de frente.
vou colocar este diálogo junto da foto... depois, se não quiseres tiro-o : espero que não :)
gostei tanto :)
Escrito aqui por jm em 7 de dezembro, 2003 às 22h22obrigado! :D
Escrito aqui por jm em 7 de dezembro, 2003 às 22h32:)
Escrito aqui por margem em 9 de dezembro, 2003 às 00h24é bom!
ir percebendo... o que a intuição nos diz, por exemplo,
que a margem é uma Senhora, mas não 'nossa', uma senhora que sabe simultaneamente canções de embalar e canções do fugir do doer sem fugir do real.
jinho, margem.
xi para ti j.
Escrito aqui por margarete em 9 de dezembro, 2003 às 10h03Que há nessa foto mais que a indubitável beleza da imagem é certo, mas quem está acorrentado por detras do poema? Quem é jm? Não importa se homem ou mulher, porque teu nome é sensibilidade. Obrigada por esse momento.
Escrito aqui por Gala de Dali em 25 de janeiro, 2004 às 14h30