esperavas que simplesmente me levantasse e te fosse falar, assim, do meio do nada? enganas-te! enganas-te! talvez fosse mais fácil saíres dessa cruz e chegares à rua em tanga.
Escrito por jm às 22h59...tás a falar do man da cruz?
Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 14h17yep.
Escrito aqui por jm em 22 de novembro, 2003 às 16h24tá jangado, tu?
não janga não.
jito gana gane.
8)
Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 19h10eu não zango :)
Escrito aqui por jm em 22 de novembro, 2003 às 19h338)
eu xei, xó tava confirmar
8)
Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 23h55lembrei um poema de Régio, uns versos revoltados contra o silêncio de Deus.
tu sabes, o homem da cruz lá continua no nosso imaginário. agora, as cruzes são nossas e, às vezes, temos de ser nós a descer da cruz para nos reencontrarmos de algum modo.
digo eu, num domingo de manhã, a ouvir os sinos da igreja que há muito não visito e a pensar que me é mais fácil falar do que fazer ;)
estúpida eu! erro grave: os versos não são de Régio, mas sim de M. Torga:
"Fosse qual fosse o chão da caminhada,
Era certa a meu lado
A divina presença impertinente
Do teu vulto calado
E paciente...
(...)
Fechado num ouriço de recusas,
Soltei a voz, arma que tu não usas,
Sempre silencioso na agressão."
:) mas descemos? penso que temos receio de descer e ainda sofrer mais...
Escrito aqui por jm em 23 de novembro, 2003 às 14h37