21 de novembro, 2003

dito

esperavas que simplesmente me levantasse e te fosse falar, assim, do meio do nada? enganas-te! enganas-te! talvez fosse mais fácil saíres dessa cruz e chegares à rua em tanga.

Escrito por jm às 22h59...




Comentários

tás a falar do man da cruz?

Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 14h17

yep.

Escrito aqui por jm em 22 de novembro, 2003 às 16h24

tá jangado, tu?


não janga não.

jito gana gane.

8)

Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 19h10

eu não zango :)

Escrito aqui por jm em 22 de novembro, 2003 às 19h33

8)

eu xei, xó tava confirmar

8)

Escrito aqui por margarete em 22 de novembro, 2003 às 23h55

lembrei um poema de Régio, uns versos revoltados contra o silêncio de Deus.

tu sabes, o homem da cruz lá continua no nosso imaginário. agora, as cruzes são nossas e, às vezes, temos de ser nós a descer da cruz para nos reencontrarmos de algum modo.
digo eu, num domingo de manhã, a ouvir os sinos da igreja que há muito não visito e a pensar que me é mais fácil falar do que fazer ;)

Escrito aqui por margem em 23 de novembro, 2003 às 09h37

estúpida eu! erro grave: os versos não são de Régio, mas sim de M. Torga:
"Fosse qual fosse o chão da caminhada,
Era certa a meu lado
A divina presença impertinente
Do teu vulto calado
E paciente...
(...)
Fechado num ouriço de recusas,
Soltei a voz, arma que tu não usas,
Sempre silencioso na agressão."

Escrito aqui por margem em 23 de novembro, 2003 às 09h43

:) mas descemos? penso que temos receio de descer e ainda sofrer mais...

Escrito aqui por jm em 23 de novembro, 2003 às 14h37