escrevo para todos os que percebem o que escrevo, mas sobretudo escrevo para todos aqueles que me não sabendo reconhecem na minha escrita o meu amor por eles. estou longe. muitas vezes isolado. escrevo recados e nunca cartas. algo que me deixa um pouco triste.
tenho por companhia as horas e o tempo. um amor e uma vontade. e a saudade do futuro e a transformação do passado. palavras que vou semeando na cultura das regras.
na rua, ninguém sabe quem sou. o que faço. e parte do que penso. a rama dá-me dinheiro.
mas ainda na rama se resguardam pássaros...
Escrito por jm às 14h00...escrevo, agora, apenas para dizer que aprecio o que escreves :)
Escrito aqui por monica em 20 de novembro, 2003 às 11h03:)
Escrito aqui por jm em 20 de novembro, 2003 às 13h53são boa companhia os pássaros. às vezes levam recados que são cartas. e depois há o céu aberto...
Escrito aqui por margem em 20 de novembro, 2003 às 14h09