estás longe para além do mar, para além da terra, para além de mim. longe como só as estrelas estão e, no entanto, não brilhas e sabes-te de negro. concedes o tempo que não tivemos àqueles que têm tempo e não sabem. estás longe para além do universo. e tudo termina perto quando me esqueço de ti e olho em volta na solidão do espaço. acompanho-me num liquído alcoólico. miragem no copo de um gémeo inexistente. saúdo o tempo, saúdo a vida, saúdo o mundo inteiro... e acabo desejando-lhes a morte, gargalhando com euforia e contentamento. contente apenas pelo utopia, pela realidade futura. e mando-a, então, à merda, porque não me ajuda. e encho outro copo para saber quem sou. e o copo cheio diz-me que não sou o copo nem o buraco de ideias ou não-ideias. o copo refere-se a mim como um gémeo inexistente, miragem dum sentido ausente.
Escrito por jm às 11h27....
Escrito aqui por margarete em 30 de outubro, 2003 às 11h58nada a acrescentar? :)
Escrito aqui por jm em 30 de outubro, 2003 às 13h16sabes, posso não vir comentar muitas vezes, mas cada vez gosto mais de te vir ler sempre que posso. :)
Escrito aqui por bruno espadana em 30 de outubro, 2003 às 15h10by the way, para quando um copo nas catacumbas? :)
aproveitas para ver as fotos e tudo, agora que prolonguei o fecho da exposição mais uma semana (o último dia será dia 8)
Obrigada! :)
Escrito aqui por Cookie em 30 de outubro, 2003 às 15h22Bruno. vi as fotos já há algum tempo.
gostei muito das fotos. pensei em comprar a colecção miniatura... mas depois pensei que teria tempo para pensar niso em melhores dias.
quanto ao copo... apareço intermitentemente... ehehe combinar não é fácil.
obrigado pelos teus comentários sempre agradáveis.
Escrito aqui por jm em 30 de outubro, 2003 às 19h00