já pouco me interessa o quotidiano. os lamirés são importantes... mas pouco me importa. matem-se, esfolem-se, enfiem os dedos nos olhos de uns e de outros... e aproveitem para me deixar só.
prefiro pisar o sangue do que evitar o sangue derramado. em crescendo, a inutilidade do pensamento sobrepõe-se à inutilidade de comunicar. em consciência não ofereço mais. em consciência o que ofereço é meu até constatação em contrário.
Escrito por jm às 12h43...