a feira do livro manuseado começou há mais de duas semanas. pretendi desconhecer a sua existência por motivos económicos. tendo assinalado unicamente o seu dia de fecho, dia 15 próximo, para ajuntamento no lançamento do livro sobre blogs do Paulo Querido e Luís Ene.
um acaso levou-me ontem á tarde para o O'Gilins O'Giglins (corrijam-me, nunca soube escrever o nome). a amena conversa sobre a cultura, as mentalidades, a arrogância e o mundo concluiu-se com um salto à Ribeira.
dos depojos a que cedi - outros deixei-os lá para núpcias futuras -, procurei poesia e tropecei nalguma prosa. aqui vão títulos e alguns porquês:
* os invisíveis, de Ana Paula Inácio, €2.5
porque descobri a poesia dela e quis sentir-lhe o pulso na prosa, temo que a poesia actual dela esteja a levedar... já li o livro durante o serão e gostei muito. as imagens são intensas; o quotidiano é real e não se reconhece nos textos quem não vive e não respira.
* as vinhas de meu pai, de Ana Paula Inácio, €1.5 (3 exemplares)
porque comprei um exemplar na FNAC a semana passada pelo mesmo preço que me custaram estes três: ficam para oferta
* a cobrição das filhas, de valter hugo mãe, €2.5
* três minutos antes de a maré encher, de valter hugo mãe, €2.5
porque o ano passado folheei a cobrição... e lembro-me de me ter agradado. comprei os dois para poder assumir com clareza uma opinião sobre alguma obra do poeta/editor da Quasi.
* a função do geógrafo, de Rui Coias, €2.5
porque é o único livro do autor e porque apareceu com trabalhos inéditos na última edição da Relâmpago dos quais gostei.
* manhã imensa, de Ruy Cinatti, €4
porque a preguiça é inimiga do conhecimento e em memória reconhecia neste nome Timor. li-o no serão gostei como a manhã!!!!
* viagem ao coração dos pássaros, de Possidónio Cachapa, €5
* shalom, de Possidónio Cachapa, €5
porque vim a adiar a sua compra e agora o preço imediatizou a acção. quero descobrir shalom e determinar o ponto médio da prosa editada e não antológica do autor.
nada mais, deixei Verlaine e Hatherly, autores que pretendo descobrir. se tivesse encontrado livros da Gótica talvez tivesse trazido mais qualquer coisa, ou ainda da Quasi, Avalanche do Pedro Mexia... mas não estavam por lá.
Chama-se O'Gilins. Um abraço.
Escrito aqui por Yggdrasil em 14 de outubro, 2003 às 11h17ó pá, acho que é O'Gillins!! ;PPP ehehehe
Escrito aqui por dolphin.s em 14 de outubro, 2003 às 13h19Obrigado por me responderem ao apelo ortográfico :)
Vou corrigir de O' Giglins para O'Gilins :)
Escrito aqui por jm em 14 de outubro, 2003 às 15h09pois, já não sei se é com um l ou com dois ll
cheguei lá a pôr música folk de inspiração britânica.
Escrito aqui por Yggdrasil em 15 de outubro, 2003 às 02h23