A tua boca bebe o melhor vinho!
Que ele escorra por sobre o meu amado,
molhando-lhe os lábios adormecidos.
Eu pertenço ao meu amado,
e o seu desejo impele-o para mim.
Anda, meu amado,
corramos ao campo,
passemos a noite sobre os cedros;
madruguemos pelos vinhedos,
vejamos se as vides rebentam
e se abrem os seus botões,
e se brotam as romãzeiras.
Ali te darei as minhas carícias.
As mandrágoras exalam o sue perfume,
à nossa porta há toda a espécie de frutos,
frutos novos, frutos secos,
que eu guardei, meu amado, para ti.
atribuído a Salomão
Não vou comentar este post em especial, mas vou felicitar o trabalho feito no blogue. Adorei descobrir este espaço e espero vir visitá-lo mais vezes, tendo a música da chuva como pano de fundo...Parabéns!
Escrito aqui por Vanessa em 29 de setembro, 2003 às 14h40Obrigado! A casa está aberta.
Escrito aqui por jm em 29 de setembro, 2003 às 15h22