não vês
nem olhas
cego fosses
encostado à parede fresca iluminada o cão adormece ao voltar da esquina um casal mal se escondendo beija-se e sente com as mãos o desejo entre si ela com a mão aberta sobre o pénis largo e erecto ele com a mão em concha tocando os grandes lábios húmidos beijam-se enternecidos num tempo só
Escrito por jm às 17h18...Num tempo só, que deixa de existir...
Sandra
Escrito aqui por Sandra em 24 de setembro, 2003 às 17h48... :|
Escrito aqui por jm em 24 de setembro, 2003 às 17h58A abrangência pode ser muita...e não aquilo que parece...
Sandra
Escrito aqui por Sandra em 24 de setembro, 2003 às 19h42o que parece?
Escrito aqui por jm em 24 de setembro, 2003 às 20h26Aquilo que tu achares que possa parecer. Claro que há sempre a possibilidade de parecer diferente e isso soar ainda melhor.
Sandra
Escrito aqui por Sandra em 24 de setembro, 2003 às 20h29mas escreve-me o que te parece a ti...
mesmo que te pareça muitas coisas separadas entre si pela diferença do que são/forem.
a cessação do tempo amoroso? carnal? da vaga pretenção disto tudo sem que exista?
escreve-me :)
Escrito aqui por jm em 24 de setembro, 2003 às 20h46Num tempo só, que deixa de existir, pela envolvência física (que é só uma parte de uma envolvência maior)de dois seres...que penetram no seu próprio adormecimento?
Num tempo só, que deixa de existir...porque se verifica um (real) adormecimento que o distancia de um determinado tempo real...
Num tempo só, que deixa de existir (e agora, numa contradição complementar), porque cada um tem o seu tempo, vive e sente o seu tempo, independentemente e para além dos outros...
...a cessação do tempo amoroso? não...pelo menos para já... Não nesta altura...mais tarde...se a isso associarmos a junção carnal...
...a vaga pretenção disto tudo sem que exista? ...a não ser que o real se confunda com o irreal ou...com o surreal...a não ser que seja tudo imaginação...um sonho...uma ilusão...
Sandra
Escrito aqui por Sandra em 24 de setembro, 2003 às 21h56
logo te respondo...
Escrito aqui por jm em 24 de setembro, 2003 às 22h35