
Será neste número que se atinge a maturidade? Talvez, pela primeira vez senti que a rebelião e a irreverência da revista é também a consciência de ter um público raro, conhecedor e atento.
Ao sexto número, a Periférica tem a capacidade de não me irritar, mostra-me novidades e alerta-me para o estado da minha ignorância, mas não me irrita nem me incomoda com a sua altivez desmedida.
Com textos bem escritos e, salvo raras excepções, com belíssimas ilustrações, a Periférica assume-se em editorial como uma revista literária, e ainda bem!
Surpresas: traduções inéditas realizadas por Nina e Filipe Guerra de um escritor russo, claro, desconhecido: Daniil Harms. Entrevista por mail a Tereza Coelho, da revista Os Meus Livros, sem possibilidade de rebate. Ilustrações de Jordin Isip e fotografia de Misha Gordin. E, ainda, entrevista com os mentores da editora Cavalo de Ferro.
Este número é obrigatório! Para quem queira saber mais, pode ver o índice aqui, desfolhá-la virtualmente aqui, assiná-la aqui.
Escrito por jm às 12h32...Gostei da sugestão. Vou fazer a leitura atentamente.
É sempre bom receber indicações de/com qualidade.
Sandra
Escrito aqui por Sandra em 20 de setembro, 2003 às 15h59Aproveito para mencionar que as FNAC têm a revista.. a do Chiado, ontem, tinha-a em destaque.
A lista das livrarias companheiras desta revista transmontana pode ser consultada aqui.
Escrito aqui por jm em 20 de setembro, 2003 às 16h23