Com a cruz às costas, Portas, ansiando por um bom job, mandou embora Maria Barroso da presidência da Cruz Vermelha, segundo a regra dos dois mandatos e roda. Afirmou o ministro aos jornalistas, que é algo que acontece «há mais de 40 anos, neste regime e até no outro», em que ninguém presidiu à instituição por mais de dois mandatos. Maria Barroso, indignou-se com a maneira como o processo correu e por ter sido substituída por um senhor do PP: Nogueira de Brito arranjou um belo acento.
Escrito por jm às 13h46...