29 de junho, 2003

Nem sempre...

Nem sempre terei paciênciapara as coisas todas que o merecem. As coisas, existindo com o merecimento que as faz existir neste mundo, são todas respeitáveis... e todas imputáveis de culpa que o pecadilho de existirem lhes concede. Este pecadilho torna-se dual e, independentemente da paciência que me merecem, posso sempre gostar ou não gostar das coisas.

Escrito por jm às 22h36...




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