Nem sempre terei paciênciapara as coisas todas que o merecem. As coisas, existindo com o merecimento que as faz existir neste mundo, são todas respeitáveis... e todas imputáveis de culpa que o pecadilho de existirem lhes concede. Este pecadilho torna-se dual e, independentemente da paciência que me merecem, posso sempre gostar ou não gostar das coisas.
Escrito por jm às 22h36...